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ACP assume que falha com reboque no Rali de Portugal "não pode acontecer"
Publicado em 09/05/2026 18:11 • Atualizado 09/05/2026 18:16
Desporto
@Lusa

( Lusa) - O Automóvel Club de Portugal (ACP) quebrou o silêncio sobre a invasão de pista ocorrida na última sexta-feira, durante a 59.ª edição do Rali de Portugal. Em declarações à RTP, o presidente da instituição, Carlos Barbosa, assumiu a gravidade do incidente no troço de Arganil, classificando-o como uma falha que "não devia ter acontecido".

O caso teve origem na desistência do piloto irlandês Craig Rahill. De acordo com o líder do ACP, o condutor de um reboque externo, ao tentar chegar ao local, terá seguido orientações de GPS e conseguido contornar três bloqueios da GNR. Após entrar em pista com a prova a decorrer, o motorista terá entrado em pânico e desmaiado. A situação agravou-se quando um segundo veículo de socorro da própria organização forçou a entrada no troço para auxiliar o colega, ignorando as autoridades.

Carlos Barbosa confirmou que está em curso uma investigação para apurar responsabilidades, questionando como foi possível os veículos passarem pelo dispositivo de segurança da GNR. Apesar do susto, o dirigente acredita que o futuro da prova no calendário mundial não está em risco, prevendo apenas o pagamento de uma multa à Federação Internacional do Automóvel (FIA). "Só posso pedir desculpa por ter acontecido", rematou o presidente do ACP.

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