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Ricardo Carvalho (PSD) escolhido relator para a Ucrânia pela comissão de monitorização da PACE
Bancada social-democrata vê na designação do deputado um selo de mérito para a diplomacia parlamentar portuguesa e um reforço do papel do país nas decisões europeias.
Por Redação
Publicado em 25/06/2026 17:03
Nacional
@Lusa

Lisboa, 25 jun 2026 (Lusa) — O deputado do PSD Ricardo Carvalho, que integra a representação de Portugal na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (PACE), vai assumir as funções de relator para a Ucrânia no seio da comissão de monitorização daquela instituição.

O anúncio foi feito esta quinta-feira pelo grupo parlamentar do PSD, que interpretou a escolha como uma clara validação da atividade diplomática que o deputado tem conduzido a nível europeu, sublinhando que este passo projeta a influência do partido e do próprio país nos palcos políticos internacionais.

A comissão em causa tem como missão central fiscalizar se os países que integram o Conselho da Europa estão a respeitar as metas acordadas no que toca à qualidade democrática, garantias jurídicas e direitos fundamentais.

No terreno, o parlamentar — que acumula o cargo de secretário-geral adjunto dos sociais-democratas — terá a incumbência de radiografar a realidade política e estrutural ucraniana, aferir se Kiev está a cumprir as metas fixadas pela organização e desenhar os respetivos pareceres e propostas para debate na Assembleia.

Em comunicado, o PSD recordou o momento de extrema exigência que a Ucrânia vive desde o início da invasão militar russa, reforçando que este escrutínio internacional é vital para guiar o país na consolidação do Estado de direito e na proteção dos cidadãos. O partido notou ainda que estas transformações internas são peças-chave para as aspirações ucranianas de entrar na União Europeia.

Por seu turno, Ricardo Carvalho reagiu à nomeação descrevendo-a como um voto de confiança e um desafio de grande magnitude. O deputado assegurou que encara o cargo com um forte alinhamento com o projeto europeu, elogiando a resiliência do povo ucraniano na salvaguarda da sua integridade territorial e dos princípios democráticos, e reafirmando o papel do Conselho da Europa na definição do futuro europeu daquela nação.

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