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AMP Une 17 Municípios para Construir Nova Estratégia para a Juventude
Carta Estratégica Metropolitana de Juventude 2025-2028 reúne 238 medidas e aposta na saúde mental, habitação, mobilidade e participação dos mais jovens.
Por Redação
Publicado em 27/06/2026 18:31
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Foto:Andreia Merca

A Área Metropolitana do Porto aprovou a Carta Estratégica Metropolitana de Juventude 2025-2028, um documento que pretende unir os 17 municípios da região em torno de políticas públicas direcionadas para as novas gerações.

A estratégia, considerada única a nível nacional e europeu, contempla 238 medidas destinadas a responder aos principais desafios enfrentados pelos jovens, identificados através de um processo participativo que envolveu mais de 900 jovens da região.

Entre as principais preocupações apontadas destacam-se a saúde mental, a habitação e a mobilidade, temas que passam agora a integrar as prioridades da ação metropolitana para os próximos anos.

O documento define ainda vários objetivos estratégicos, entre os quais o reforço da participação dos jovens na vida pública, a promoção da empregabilidade e da inovação, a integração europeia, o apoio aos profissionais da área da juventude e o aumento da qualidade de vida das novas gerações. No total, a carta está organizada em 21 áreas de especialização.

Para o presidente da Área Metropolitana do Porto, Pedro Duarte, a juventude representa "a área do futuro", sendo fundamental criar políticas que deixem um legado para as próximas gerações.

Durante a reunião do Conselho Metropolitano, realizada em Espinho, foi também apresentado o ponto de situação da execução dos fundos europeus. Dos 396,6 milhões de euros previstos, já foram submetidos projetos no valor de 298,2 milhões de euros, dos quais 227,6 milhões já receberam aprovação.

Apesar dos prazos apertados, Pedro Duarte mostrou-se confiante na capacidade da AMP para atingir uma execução total do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), sublinhando a recuperação registada nos últimos meses em matéria de financiamento europeu.

Os autarcas aprovaram ainda um voto de solidariedade para com o povo venezuelano, na sequência dos recentes sismos que atingiram o país, e manifestaram a intenção de reunir com o Governo para conhecer antecipadamente os planos de reforma do 2.º e 3.º ciclos de ensino, permitindo aos municípios preparar a transição de forma mais eficaz.

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