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Galp e Moeve apontam assinatura de acordo de fusão para a segunda metade do ano
Gigantes energéticas continuam negociações construtivas, mas a enorme dimensão e complexidade da integração dos negócios arrasta o calendário oficial para o segundo semestre de 2026.
Por Redação
Publicado em 13/07/2026 19:39 • Atualizado 13/07/2026 21:18
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@Lusa

Plataforma Industrial: Concentrará as atividades de refinação, petroquímica, trading e novos combustíveis verdes (como o hidrogénio e biocombustíveis). Nesta vertente, a maioria do capital ficará nas mãos dos acionistas da Moeve (controlada pelo fundo Mubadala, de Abu Dhabi, e pela Carlyle), restando à Galp uma posição minoritária superior a 20%.

Uma das grandes peças deste negócio é a refinaria de Sines, a única a operar em Portugal e um ativo crucial para a autonomia energética do país. Por esse motivo, o Governo português já fez saber que acompanha o processo de perto, pretendendo salvaguardar a continuidade e a atividade da infraestrutura estratégica nacional face à entrada de investidores de fora da União Europeia.

Fonte - Lusa

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