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O heliporto da Unidade Local de Saúde (ULS) de São João atingiu esta semana um número simbólico na sua operação: 100 voos de emergência concluídos com sucesso desde que abriu portas. A marca sublinha o impacto direto do transporte aéreo na redução de tempos de resposta e no acesso a cuidados hospitalares de alta complexidade.
Desde o arranque do espaço, a pista de aterragem tem servido de porta de entrada e saída para casos onde o fator tempo é decisivo. Entre as missões realizadas até ao momento, destacam-se:
Doentes críticos: Transporte urgente de adultos e crianças com quadros clínicos graves, tais como vítimas de grandes queimaduras ou de traumatismos severos.
Rede de AVC: Encaminhamento rápido de doentes para a realização de trombectomias mecânicas de urgência.
Transplantação: Logística acelerada de órgãos salvadores, cumprindo as rigorosas e curtas janelas temporais exigidas nestes procedimentos.
A integração do transporte aéreo na rotina do hospital permite aproximar as populações mais distantes do grande centro de cuidados diferenciados do Porto. Em cenários de vida ou de morte, a eliminação das barreiras geográficas através do ar tem provado ser, cada vez mais, um fator determinante no prognóstico e na sobrevivência dos doentes.
Fonte - Hospital São João