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Guerra ao Estacionamento Selvagem: Autarquias Banem Trotinetes, Operadores Reclamam Cumprimento das Regras
Apesar da vaga de rescisões de contratos por parte de vários municípios devido ao caos nas vias públicas, as empresas de micromobilidade asseguram ter investido em tecnologia para garantir o ordenamento.
Por Redação
Publicado em 28/08/2026 09:15
Nacional
Imagem IA

 

Cresce a tensão entre o poder local e as empresas de micromobilidade partilhada em Portugal. Perante o acumular de queixas sobre trotinetes abandonadas em passeios, a bloquear passadeiras ou a dificultar a circulação de peões e pessoas com mobilidade reduzida, vários municípios tomaram a decisão radical de proibir ou restringir severamente a operação destes veículos nas suas ruas.

Do lado dos executivos municipais, a medida é justificada pela salvaguarda da segurança rodoviária e da ordem pública, alegando que as medidas de fiscalização anteriores não foram suficientes para travar o comportamento dos utilizadores nem para responsabilizar de forma eficaz as plataformas.

Em sentido oposto, as operadoras do setor demonstram preocupação com o rumo das decisões e defendem que têm feito um esforço contínuo de adaptação às exigências locais. As empresas destacam o investimento em sistemas de geolocalização (geofencing) para proibir o parqueamento fora de zonas delimitadas, a redução da velocidade máxima em áreas pedonais e a aplicação de coimas internas aos clientes incumpridores. Segundo o setor, o banimento total representa um recuo nas metas de mobilidade sustentável e desincentiva a transição para um transporte urbano descarbonizado.

Fonte- Lusa

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