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Segundo a oposição, gestão de Luísa Salgueiro põe em risco mandatos futuros com mega-empréstimo de 65 milhões
PSD e Chega criticam agravamento da dívida de Matosinhos para 105,7 milhões de euros e alertam para o esgotamento da capacidade financeira da autarquia.
Por Redação
Publicado em 03/09/2026 07:19
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Segundo a oposição na Câmara Municipal de Matosinhos, a atual gestão liderada pela presidente Luísa Salgueiro está a comprometer severamente o futuro financeiro do município após a aprovação de um novo empréstimo de 65 milhões de euros (aproximadamente 64,97 milhões). Os vereadores Bruno Pereira (PSD) e António Parada (Chega) votaram contra a medida, acusando o executivo de hipotecar os próximos mandatos.

De acordo com os dados avançados pelos dois partidos de oposição, este novo financiamento fará com que a dívida municipal dê um salto de 40,8 milhões para cerca de 105,7 milhões de euros. A operação absorve grande parte da margem excecional de endividamento, deixando a autarquia com uma capacidade residual de apenas 15,3 milhões de euros.

Bruno Pereira (PSD) alerta que o "aumento muito significativo do endividamento" vai sobrecarregar as contas da autarquia durante vários anos. Por sua vez, António Parada (Chega) critica o facto de o financiamento ser assumido a taxa variável e com um prazo de 19 anos, o que, no entender da oposição, expõe Matosinhos à volatilidade dos mercados e transfere a fatura de hoje para os munícipes e executivos futuros.

Fonte - Redes sociais de Bruno Pereira e António Parada 

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