O Ministério da Educação admitiu que existem atualmente várias turmas no país a funcionar no limite máximo da sua capacidade permitida por lei. Apesar da pressão sentida em diversos estabelecimentos de ensino, o Governo garante que a prioridade absoluta no arranque e gestão do ano letivo é integrar todos os alunos no sistema educativo, evitando que jovens fiquem sem aulas por falta de vaga.
Segundo a tutela, a lotação no teto máximo surge como uma resposta excecional e necessária para responder à procura e garantir a atribuição de vaga a todos os estudantes. As associações de diretores escolares e sindicatos do setor têm vindo a alertar para o impacto que a sobrelotação das salas pode ter na qualidade do ensino e no desgaste dos docentes, mas o executivo assegura estar a acompanhar a situação de perto para mitigar os constrangimentos nas escolas mais afetadas.
Fonte - Lusa