A paralisação convocada pelo Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) registou uma taxa de participação de 11,31% no seu arranque. Os dados foram avançados pela própria instituição, que garantiu estar a assegurar o regular funcionamento dos serviços mínimos definidos para esta jornada de protesto.Segundo a agência, o impacto do protesto tem-se feito sentir de forma residual no atendimento ao público e no tratamento dos processos pendentes, com a maioria das instalações a operar dentro da normalidade possível.
A greve, motivada por reivindicações ligadas às condições de trabalho, valorização remuneratória e falta de recursos humanos na entidade responsável pela gestão do fluxo migratório em Portugal, deverá prolongar-se de acordo com o calendário definido pela estrutura sindical. A direção da AIMA reitera o compromisso de manter o diálogo aberto, enquanto monitoriza o acompanhamento da adesão ao longo dos próximos períodos de paralisação.
Fonte - Lusa