No início do seu segundo mandato, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem deixado a sua marca pessoal em diversos projetos governamentais, ao mesmo tempo que explora o equilíbrio de poder com o Congresso.
O hábito de Trump de associar o próprio nome a edifícios e projetos não é novidade: a sua carreira no mercado imobiliário e hoteleiro inclui várias empresas e torres com o seu apelido. Contudo, nesta segunda passagem pela Casa Branca, o presidente norte-americano tem ido mais longe, alterando o nome de instituições públicas para se homenagear, mesmo sem a aprovação do Congresso.
A estratégia levanta questões sobre limites institucionais e éticos na administração pública e sobre o papel do Congresso em controlar ações do Executivo. Analistas apontam que estas iniciativas refletem tanto a personalização do poder como uma tentativa de consolidar a sua imagem política durante o mandato.
Fonte Jornal de Noticias / imagemwikipedia