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Ataques aéreos israelitas no Líbano já fizeram pelo menos 850 mortos
Bombardeamentos intensificam-se em várias frentes e agravam crise humanitária na região
Publicado em 15/03/2026 16:29 • Atualizado 15/03/2026 16:29
International

Os ataques aéreos israelitas no Líbano já provocaram a morte de pelo menos 850 pessoas desde 2 de março, incluindo crianças, segundo dados preliminares das autoridades libanesas, ampliando um quadro de violência crescente na região.

Relatos de fontes internacionais apontam que esta cifra de vítimas é parte de uma escalada significativa das hostilidades em território libanês ao longo das últimas semanas, com a intensidade dos disparos a aumentar e novos bombardeamentos a ocorrerem quase diariamente.

Além dos mortos, as autoridades de saúde do Líbano reportam que mais de 2 100 pessoas ficaram feridas neste período, enquanto a violência continua a forçar comunidades inteiras a deixar as suas casas.

Os ataques também resultaram em episódios particularmente graves, incluindo relatos de pelo menos 12 profissionais de saúde mortos num bombardeamento a uma clínica no sul do país, segundo agências que citam responsáveis libaneses.

O conflito tem sido associado a uma dinâmica mais ampla de tensão regional, envolvendo outros teatros de confrontação no Médio Oriente, com forças israelitas e aliados a responderem a ataques de grupos armados e a explorar alvos estratégicos no Líbano e noutros países vizinhos.

Organizações internacionais e agências de ajuda humanitária alertam para o agravamento da crise, com necessidades urgentes de assistência médica, abrigo e alimentos, enquanto as infraestruturas civis — incluindo hospitais e residências — sofrem danos significativos devido aos ataques contínuos.

A situação no Líbano continua volátil, sem sinais imediatos de um cessar‑fogo ou acordo para suspender as hostilidades, e a comunidade internacional tem feito apelos para a contenção e para a abertura de corredores humanitários numa tentativa de aliviar o sofrimento das populações civis afetadas.

Fonte e Foto:Lusa

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