O antigo secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, defendeu publicamente a necessidade de estabelecer uma fronteira clara entre a defesa de causas humanitárias e a promoção de posições de natureza político-partidária.Embora o teor integral da sua intervenção pública esteja sob reserva de subscrição na agência de notícias que avançou a informação, a tomada de posição de Seguro surge num momento de intenso debate na esfera pública sobre a neutralidade de certas instituições e a apropriação política de símbolos ou movimentos de solidariedade social.
Para o antigo líder político, os estandartes que representam o apoio a crises humanitárias e a salvaguarda de direitos fundamentais assentam em valores universais que devem unir a sociedade, distinguindo-se categoricamente das agendas, disputas e narrativas ideológicas que caracterizam o xadrez político e a atividade dos partidos.
Fonte - Agência Lusa / Foto:Presidência da República