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Proteção civil e forças de segurança sem novos geradores após falhar concurso de 9,18 milhões
Divergências entre Ricardo Carrilho e o gabinete de Luís Neves expostas em documentação interna. O Ministério da Administração Interna recusa qualquer responsabilidade pelo desfecho.
Por Redação
Publicado em 13/10/2026 12:03
Nacional
Arquivo

 

Um procedimento de contratação pública no valor de 9,18 milhões de euros, promovido para garantir a compra de geradores de emergência, acabou por ficar deserto. A aquisição destes equipamentos visava assegurar o funcionamento ininterrupto de infraestruturas vitais da proteção civil, das forças de segurança e dos sistemas de comunicações críticas em situações de crise.

Segundo a CNN Portugal avançou ter tido acesso a documentos internos e a trocas de emails, o fracasso da aquisição gerou mais um ponto de atrito entre Ricardo Carrilho e o gabinete do diretor da Polícia Judiciária, Luís Neves.

Confrontado com o insucesso do concurso e com os contornos do conflito revelados na documentação, o Ministério da Administração Interna (MAI) rejeitou qualquer responsabilidade na matéria.

Fonte - CNN Portugal 

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