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Habitação: Pinto Luz aberto ao diálogo com movimentos sociais mas rejeita protestos de rua como palco de negociação
O ministro da Habitação garantiu que o executivo mantém as portas abertas para receber coletivos e associações do setor, sublinhando contudo que as conversas devem decorrer em contexto de serenidade e de acordo institucional, distanciando-se do clima de contestação vivido à porta da Câmara do Porto.
Por Redação
Publicado em 04/11/2026 13:22
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À margem de uma deslocação à autarquia portuense, onde foi alvo de protestos por parte de manifestantes contestando a subida dos custos habitacionais e as linhas políticas do Governo, o ministro da Habitação e das Infraestruturas vincou que o executivo está inteiramente recetivo a debater o tema com todas as fações cívicas. Contudo, o governante demarcou-se das condições encontradas no local, defendendo que o diálogo construtivo exige regras de urbanidade e espaços próprios de concertação.

Segundo o membro do Governo, coletivos como o Vida Justa e o movimento Porta a Porta já mantiveram diversos contactos formais com a tutela, reforçando que a disponibilidade para dialogar permanece intacta desde que canalizada através dos trâmites institucionais habituais, e não sob pressão direta na rua. Pinto Luz apelou ainda ao bom senso e à união de esforços para mitigar um problema que considera estrutural e transversal ao país.

 

Fonte - Lusa 

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