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Corrida presidencial a todo o gás: Ventura mantém liderança enquanto Cotrim dispara nas intenções de voto
Antigo líder da Iniciativa Liberal sobe com força, Seguro recua e Marques Mendes recupera terreno numa batalha cada vez mais apertada pelo segundo lugar
Publicado em 09/01/2026 19:16 • Atualizado 09/01/2026 19:29
Política
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A corrida para as eleições presidenciais de 18 de janeiro continua acesa, com André Ventura a consolidar a liderança nas intenções de voto e Cotrim de Figueiredo a registar a maior subida entre os candidatos. Segundo a última tracking poll da Pitagórica, realizada entre 6 e 8 de janeiro para CNN Portugal, TVI, JN e TSF, Ventura mantém-se nos 20,5%, à frente de António José Seguro, que recua para 19,7%, enquanto Cotrim de Figueiredo ultrapassa pela primeira vez a barreira dos 19%, aproximando-se perigosamente do segundo lugar.

No quarto lugar surge Henrique Gouveia e Melo, com 17,2%, e Marques Mendes aproxima-se, subindo para 16,8%, numa disputa cada vez mais renhida. A distância entre o primeiro e o quinto lugar diminuiu ligeiramente, refletindo uma eleição altamente competitiva.

A sondagem mostra padrões distintos entre grupos etários e sexos: Ventura lidera entre os eleitores masculinos e classes médias/baixas, Seguro mantém a preferência dos mais velhos e eleitorado feminino, enquanto Cotrim domina entre os mais jovens (18-34 anos) e eleitores entre 35 e 55 anos. Gouveia e Melo apresenta um perfil equilibrado, sem liderar em nenhum segmento, e Marques Mendes recolhe apoio principalmente entre os eleitores com mais de 55 anos.

O número de indecisos subiu para 12,5%, depois de uma descida consistente em sondagens anteriores. No que toca à perceção de quem passará à segunda volta, Marques Mendes lidera, seguido de Ventura, enquanto Seguro, Gouveia e Melo e Cotrim mantêm posições estáveis.

A sondagem contou com 608 entrevistas realizadas entre 6 e 8 de janeiro, garantindo uma margem de erro máxima de ±4,06%, e teve como objetivo avaliar a opinião dos eleitores portugueses sobre intenções de voto e dinâmica da campanha presidencial.

Fontecnnportugalftredação

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