O colapso desta importante via de ligação entre Lisboa e Porto aconteceu na zona de Casais, quando o rompimento do dique e o forte caudal das águas escavaram a base do tabuleiro, levando ao abatimento do pavimento.
Durante uma visita ao local, o ministro explicou que, enquanto as águas não baixarem significativamente, as equipas só podem reforçar a zona com enrocamento — blocos de rocha compactados — e não avançar para intervenções mais profundas. “Será seguramente necessário um período de semanas para que esta infraestrutura volte a estar em funcionamento”, disse.
Até lá, o tráfego naquele troço permanece totalmente interrompido nos dois sentidos entre os nós de Coimbra Norte e Coimbra Sul, e a concessionária da autoestrada, Brisa, tem sugerido itinerários alternativos como as A8, A17, A25 ou o IC2 para quem precisa contornar a interrupção.
O ministro garantiu ainda que todos os meios estão mobilizados para minimizar os transtornos e que a segurança dos utentes continua a ser a prioridade enquanto decorrem os trabalhos de estabilização e posterior reconstrução.
Fonte:Lusa / Portugal.gov