A greve na função pública desta segunda-feira está a registar uma adesão de cerca de 80% em Portugal continental, segundo dados avançados pelos sindicatos à agência Lusa e replicados em órgãos de comunicação nacionais. A paralisação, que decorre ao longo de todo o dia, tem provocado impactos significativos nos serviços de educação e de saúde, com muitas escolas encerradas e unidades hospitalares a operar com menos pessoal.
O presidente da Federação Sindical da Função Pública (Fesinap) indicou que a participação é especialmente elevada nos setores da educação, onde a maioria das escolas está fechada, e na saúde, que também regista uma forte adesão dos profissionais. Os dados também estão a ser recolhidos em outros organismos do Estado para aferir o impacto global da paralisação.
A greve, convocada por sindicatos que representam trabalhadores da administração pública em várias áreas, tem como objetivos reivindicar melhores condições laborais e salariais, embora os detalhes específicos destas exigências variem entre as organizações envolvidas.
Especialistas e utilizadores nas redes sociais salientam que este tipo de paralisação pode causar atrasos ou impossibilidade de utilização de serviços essenciais como atendimento em instituições públicas, incluindo agendamentos em serviços como imigração ou registos civis.
Fonte:Lusa / Foto:Paulo Novais