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AMP é a primeira região do Norte a aprovar planos contra fogos rurais em todos os concelhos
Aprovação dos Programas Municipais de Execução nos 17 municípios fecha processo histórico de gestão integrada e prevenção de incêndios na área metropolitana.
Por Redação
Publicado em 14/07/2026 14:03
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AMP

PORTO — A Área Metropolitana do Porto (AMP) tornou-se na primeira entidade intermunicipal da região a concluir a totalidade do plano de prevenção de fogos no seu território. O marco foi alcançado após a aprovação dos Programas Municipais de Execução (PME) de todos os seus 17 municípios, fechando um processo estruturante para a gestão integrada de incêndios rurais na região metropolitana.

O passo final deste processo foi dado durante a mais recente reunião da Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais. O encontro foi coordenado por Margarida Belém, vice-presidente do Conselho Metropolitano do Porto e autarca de Arouca, e contou com a participação do secretário metropolitano Tiago Araújo. Todos os documentos foram avaliados e validados em conformidade com o Despacho n.º 9550/2022 e com o Programa Sub-Regional de Ação (PSA-AMP), aprovado em outubro de 2025.

Para o secretário metropolitano Tiago Araújo, este avanço representa um passo de gigante na segurança do território:

"Este resultado reforça a capacidade da AMP para planear, prevenir e executar medidas de redução do risco de incêndio rural, numa lógica de cooperação institucional e de proteção do território e das populações."

Pioneirismo na Prevenção

Esta não é a primeira vez que a AMP se adianta no planeamento de segurança. A 2 de outubro de 2025, a área metropolitana já tinha sido a primeira da região a aprovar o seu Programa Sub-Regional de Ação (PSA-AMP). Este programa funciona como a "ponte" que articula as diretrizes regionais com as ações práticas que agora vão ser aplicadas no terreno por cada um dos 17 municípios através dos PME.

O PME é uma ferramenta de planeamento operacional crucial do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR). Este sistema nacional foi desenhado e implementado logo após a tragédia dos grandes incêndios de 2017, com o objetivo claro de profissionalizar e reforçar as ações de prevenção e a gestão de combustível florestal em Portugal. Com esta aprovação em bloco, a AMP posiciona-se na linha da frente da resiliência florestal do país.

Fonte - Área Metropolitana do Porto 

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