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Sindicato alerta para corte expressivo de recursos no socorro pré-hospitalar
Associação representativa dos profissionais acusa o INEM de desativar uma centena de meios de emergência em todo o país.
Por Redação
Publicado em 26/07/2026 14:47 • Atualizado 26/07/2026 16:12
Nacional
@Lusa

A operacionalidade do socorro médico de emergência em Portugal voltou a ser centro de forte contestação. Os trabalhadores do setor denunciam a desativação de cerca de 100 ambulâncias que integravam o dispositivo do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), alertando para os impactos diretos que a redução de meios pode ter na resposta a populações em situação de risco.

Segundo a estrutura sindical, esta redução substancial do número de viaturas em serviço compromete os tempos de reação em situações de urgência e sobrecarrega os meios que permanecem no terreno. Os profissionais de saúde e emergência manifestam preocupação com a sustentabilidade do serviço público, apontando que a diminuição da frota operacional reflete carências estruturais e de gestão que urgem ser resolvidas.

A denúncia surge num momento de acrescida pressão sobre os serviços públicos de saúde, reabrindo o debate sobre o investimento necessário e as condições de trabalho na rede de emergência médica do país.

Fonte - Lusa

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