A operacionalidade do socorro médico de emergência em Portugal voltou a ser centro de forte contestação. Os trabalhadores do setor denunciam a desativação de cerca de 100 ambulâncias que integravam o dispositivo do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), alertando para os impactos diretos que a redução de meios pode ter na resposta a populações em situação de risco.
Segundo a estrutura sindical, esta redução substancial do número de viaturas em serviço compromete os tempos de reação em situações de urgência e sobrecarrega os meios que permanecem no terreno. Os profissionais de saúde e emergência manifestam preocupação com a sustentabilidade do serviço público, apontando que a diminuição da frota operacional reflete carências estruturais e de gestão que urgem ser resolvidas.
A denúncia surge num momento de acrescida pressão sobre os serviços públicos de saúde, reabrindo o debate sobre o investimento necessário e as condições de trabalho na rede de emergência médica do país.
Fonte - Lusa