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Marques Mendes desafia sondagens: “No dia 18 vão enganar-se redondamente”
Candidato apoiado por PSD e CDS-PP garante que os estudos de opinião falham “não só por convicção” e reage com ironia a apoios cruzados — até perante eleitores sociais-democratas que admitem votar noutros candidatos
Publicado em 10/01/2026 14:40 • Atualizado 10/01/2026 14:45
Política
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Luís Marques Mendes mostrou-se confiante de que os resultados das eleições presidenciais de 18 de janeiro vão contrariar por completo as sondagens e análises atualmente divulgadas. Em Viana do Castelo, após contactos com a população, o candidato apoiado pelo PSD e CDS-PP afirmou que “todos se vão enganar redondamente”, insistindo que esta previsão não assenta apenas em convicções pessoais.

Confrontado com a aparente dificuldade em captar o voto tradicionalmente social-democrata — depois de um eleitor do PSD lhe ter dito que pondera votar em João Cotrim Figueiredo — Marques Mendes garantiu que o retrato que está a ser feito não corresponde ao que sente no terreno. Questionado se dispõe de outros números além dos barómetros que o colocam em quinto lugar, respondeu de forma enigmática: “Não é só convicção”.

Sobre as declarações de Pedro Santana Lopes, que considerou que a Presidência ficaria bem entregue a António José Seguro, o candidato recusou alimentar polémicas, defendendo que “cada um tem direito à sua opinião”. Também não garantiu se a campanha passará pela Figueira da Foz, onde Santana é autarca.

O dia ficou ainda marcado por momentos de proximidade com eleitores, selfies, bombos e o episódio caricato das famosas bolas do Natário, que não pôde provar por atraso na fornada. Entre os apoios, surgiu também quem fizesse questão de dizer: “Sou do PSD, mas não vou votar em si”, admitindo a possibilidade de escolher Cotrim Figueiredo. Marques Mendes respondeu com humor e persistência, convidando-o para um café e deixando o apelo: “Vá pensando.”

FonteJNfotoluismarquesmendes

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