Fim dos sacos plásticos à vista: Governo exige alternativas reutilizáveis até 2030
Sacos de pão, fruta e hortícolas deixam de ser cobrados, mas retalhistas pedem tempo para se adaptar
Publicado em 18/01/2026 12:16
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Os sacos de plástico transparentes usados para pão, fruta e hortícolas vão desaparecer das superfícies comerciais até 2030, anunciou o Governo. A medida surge com o recuo da taxa de quatro cêntimos que estava prevista desde o Governo de António Costa, e com o objetivo de acelerar a transição para alternativas reutilizáveis.

A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, sublinhou a necessidade de implementar soluções amigas do ambiente a curto prazo. O setor retalhista, porém, alerta para dificuldades práticas: muitos distribuidores ainda têm estoques de sacos já produzidos e consideram inviável fornecer novas alternativas aos consumidores sem contrapartida financeira.

 

O recuo na taxa e a pressão para adoção de alternativas sustentáveis colocam os retalhistas entre o cumprimento da legislação ambiental e a gestão de stocks existentes. A mudança promete transformar a forma como os consumidores fazem compras, incentivando o uso de sacos reutilizáveis e reduzindo drasticamente a presença do plástico descartável no comércio.

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