Depressão Ingrid coloca vários distritos sob aviso
IPMA alerta para chuva forte, vento, neve e agitação marítima a partir desta quinta-feira.
Publicado em 22/01/2026 08:12
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Os efeitos da depressão Ingrid vão começar a sentir-se em Portugal Continental a partir da tarde desta quinta-feira, levando o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) a emitir vários avisos meteorológicos devido à chuva intensa, vento forte, queda de neve e agitação marítima.

Entre as 15h e as 18h de hoje, os distritos de Lisboa, Leiria e Coimbra estarão sob aviso amarelo devido à precipitação por vezes forte. O mesmo aviso estende-se até às 21h a distritos como Viseu, Évora, Porto, Vila Real, Setúbal, Santarém, Viana do Castelo, Aveiro, Castelo Branco, Portalegre e Braga.

A situação mais grave está prevista para sábado, com aviso vermelho de agitação marítima em vários distritos do litoral, nomeadamente Porto, Faro, Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Aveiro, Coimbra e Braga. Segundo o IPMA, são esperadas ondas de noroeste entre sete e nove metros de altura significativa, podendo atingir os 15 metros de altura máxima ao longo da costa ocidental. Antes disso, estes distritos já se encontram sob aviso laranja, enquanto Faro (costa ocidental), Setúbal, Lisboa, Leiria e Beja estão sob aviso amarelo.

Está também previsto aviso laranja para queda de neve nos distritos de Bragança, Viseu, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro, Castelo Branco, Coimbra e Braga, entre a meia-noite de sexta-feira e as 7h de sábado, acima dos 800 a 1.000 metros de altitude.

O vento forte motiva ainda aviso amarelo, a partir da noite desta quinta-feira e até sexta-feira, para os distritos de Braga, Coimbra, Beja, Leiria, Viana do Castelo, Setúbal, Faro e Porto, com rajadas que podem atingir os 75 quilómetros por hora.

Na Região Autónoma da Madeira, as costas norte e sul e o Porto Santo estão igualmente sob aviso amarelo por agitação marítima, passando a laranja entre sexta-feira e domingo.

 

Perante estas condições, a Autoridade Marítima Nacional e a Marinha Portuguesa recomendam especial prudência, apelando à comunidade piscatória e à náutica de recreio para regressarem ao porto de abrigo mais próximo. À população em geral, é desaconselhada a permanência junto à orla costeira, nas praias e em zonas expostas à forte agitação marítima.

Foto:Arquivo

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