Lisboa, 25 mai 2026 (Lusa) — O Ministério da Administração Interna (MAI) rejeitou esta segunda-feira a existência de ilegalidades na gestão da SIRESP durante a presidência de Paulo Viegas Nunes, assegurando que não existe qualquer impedimento ao exercício das suas funções.
Numa resposta enviada à Agência Lusa, o MAI refere que a auditoria realizada à SIRESP relativa ao período entre 2022 e 2024 não identificou ilegalidades, acrescentando que as desconformidades detetadas foram corrigidas.
A reação surge após a demissão do secretário-geral adjunto do ministério, António Pombeiro, que justificou a saída com alegadas “graves irregularidades” na gestão da empresa responsável pelo Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal.
Paulo Viegas Nunes regressou esta segunda-feira à presidência da empresa, depois de ter sido eleito em assembleia geral realizada na sexta-feira.
Segundo o ministério tutelado por Luís Neves, as situações apontadas foram analisadas pela Inspeção-Geral de Finanças, sem que tenham sido identificados impedimentos ou reservas institucionais relativamente ao responsável.
O MAI reforça ainda que o general mantém condições de idoneidade para continuar a exercer funções na administração da empresa.