O sindicato que representa os assistentes operacionais das escolas de Vila Nova de Gaia criticou a autarquia por alegada “falta de respeito” para com estes trabalhadores e anunciou que os protestos vão continuar durante as interrupções letivas, em oposição à cedência de serviços a instituições particulares de solidariedade social (IPSS).Firmino Pereira, vereador com o pelouro da Educação, afirmou ao JN que será marcada “em breve” uma reunião com o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN) para analisar a situação. O responsável destacou que a questão não é nova, tendo sido herdada de mandatos anteriores, e sublinhou que as 11 IPSS envolvidas necessitam de recursos humanos para assegurar o seu funcionamento.
O programa municipal “GaiaAprende+”, que envolve a cedência de assistentes operacionais, representa um custo superior a dois milhões de euros por ano para a autarquia, segundo o vereador.
FonteJN